Natureza para todos: Cinema, artes plásticas, desporto e visitas guiadas no «Dia Aberto da Reserva»

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Vai acontecer, após adiamento face a clima adverso, o «Dia Aberto da Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António». Que, mantendo programa e essência, terá lugar das 09h30 às 20h00. Lembramos que a Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António que neste Dia Aberto a Reserva Natural convida toda a comunidade do Baixo Guadiana, e quem mais se quiser juntar, para uma jornada que, tal como vem sendo habitual, será de muita atividade e para todas as idades.

Cinema, artes plásticas, visitas guiadas, desporto e muita natureza compõem um programa que permitirá um contacto com esta Reserva e sua equipa do ano inteiro num dia especial e de celebração.

Recorde-se que a Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e VRSA foi criada a 27 de março de 1975 com o intuito de proteger uma zona húmida com características excepcionais na zona envolvente do estuário do rio Guadiana.

O programa do «Dia Aberto da Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e VRSA» encontra-se disponível aqui.

Tal com podemos ler no site Natural.pt “na margem direita do Guadiana, a poucos quilómetros da foz, as águas do Guadiana espraiam-se através de extensa zona de sapal que, ao longo dos séculos, suportou salinas e pastagens. A Reserva Natural, criada em 1975 e cobrindo uma área de cerca de 2000 ha, é uma zona húmida constituída por complexo sistema de áreas de sapal, canais, corpos de água salobra, salinas, espaços secos com uso agrícola, algumas manchas de mato e uma pequena área com montado de sobro. Trata-se de uma zona de nidificação, escala migratória e local de invernada para numerosas espécies da avifauna, com predomínio das aves aquáticas, nomeadamente limícolas, com destaque para o pernilongo escolhido para símbolo desta Área Protegida. Castro Marim, situado num morro acastelado, em tempos provavelmente uma ilha a que se acedia através de esteiros e mais tarde feita ‘terra’ por via do progressivo assoreamento, testemunha vários passados – há marcas deixadas por fenícios, gregos, cartagineses, romanos e árabes -constituindo um mirante privilegiado deste extremo algarvio”.

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