António Murta diz que passadiço de Monte Gordo é “obra inacabada e ilegal”

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Candidato do PS tece duras críticas à câmara municipal de VRSA

Candidato do PS à câmara municipal de Vila Real de Santo António, António Murta, garante que  foi informado pelo Tribunal de Contas que o passadiço de Monte Gordo “não possui o obrigatório Visto, tendo o respetivo pedido sido devolvido à câmara municipal no passado dia 6 de julho, com o nº de processo 486/2017”. Em nota de imprensa às redações as declarações de Murta, que, recorde-se esteve à frente da câmara municipal de Vila Real de Santo António num total de 16 anos, falam de um passadiço que é, segundo ele, “uma obra inacabada e ilegal, como é o caso desta, pode parecer muito bonita ou muito feia, mas o grave problema é que ela não foi subsidiada pela Comunidade Europeia, significando este facto que será mais uma dívida para o Município em estado de pré-falência”.

E vai mais longe, afirmando que “o atual executivo municipal continua a dar passos na ilegalidade, parece que estar fora da lei é uma opção de gestão”.

Luís Gomes desvaloriza acusações de Murta

Confrontado pelos jornalistas com as acusações de António Murta o edil Luís Gomes garantiu que o Tribunal de Contas à data da inauguração daquele passadiço [14 de Julho – ler aqui notícia] estava “a apreciar o projeto” e que embora este ainda não estivesse visado também não havia sido rejeitado.

Quanto ao financiamento de fundos comunitários Luís Gomes explicou que a câmara municipal tem “um protocolo assinado no qual o Estado garante que assegura o financiamento da obra. Se não houver financiamento comunitário terá que haver verba do Orçamento de Estado” e rematou que a única preocupação da câmara municipal de VRSA “é executar a obra”, sendo que a parte que lhes competia “já está feita…”.

 

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